quarta-feira, 18 de maio de 2016

Conto 13 - Rian




Conheci Rian num cursinho, desses que a gente faz para passar o tempo. Ele era professor e eu não tinha grandes expectativas com nada ali.
No primeiro dia de aula eu cheguei cedo, sentei no fundão - como sempre - e observei a turma, nada de interessante. E então ele entrou.

"Bom dia, meu nome é Rian e eu vou dar aula para vocês. Tem alguns rostos novos aqui. Qual seu nome?" Tenho certeza que eu estava boquiaberta desde que ele cruzou a porta. Quase não consegui responder. "Luiza",  finalmente saiu. "Fique a vontade, qualquer coisa é só perguntar." Já estava me vendo pedindo numero de telefone, CPF e RG, além de nós dois num sexo selvagem em cima da mesa. Ele não tinha nada de especial, não era nenhum galã de novela mas, sei lá, eu tenho esse sexto sentido em me conectar com pessoas boas de cama.
Todos os dias eu fantasiava uma aventura deferente com ele. Uma semana depois e nenhuma palavra trocada ele me ofereceu uma carona. Eu sabia que tinha algo por trás daquilo, ele ia em direção oposta a minha - notei isso no primeiro dia de aula - mesmo assim eu aceitei, afinal ele não era nenhum psicopata.
No inicio foi meio estranho e constrangedor, eu não tinha o que dizer então enfiei as mãos no meio das pernas para segurar a tremedeira e olhei para frente. Nossa como ele me excitava.Aquela mistura de medo e tesão tomava conta de mim. De vez em quando eu esbarrava as mãos na minha vagina só para ter certeza de que estava excitada. Finalmente ele quebrou o silencio e falou algumas coisas. Começou por dizer que sabia que não estava indo na direção da minha casa mas que também não ia me fazer nenhum mal - só se eu quisesse. Disse que precisava ver um amigo e depois perguntou se eu morava sozinha, se tinha namorado etc, etc e tal. Não nasci ontem e logo imaginei um amigo gostosão pronto para um sexo a três. Mas não rolou. De fato o amigo era gostoso (ou parecia) porem ele tinha outros planos que não nos incluía. Na volta falei para ele o que eu estava pensando sobre aquilo tudo e acabei me soltando, falando demais. Na verdade nem precisou de muito e eu vi o pinto dele dando sinal de vida dentro das calças. Mas foi só.

Passamos cinco semanas nos esbarrando nos corredores do curso, mas foi só quando nossas aulas mudaram de turno que a coisa finalmente decolou. De repente eu já não sabia quem tinha começado o que. Num minuto estávamos conversando, no outro a língua dele estava na minha boca e por final eu estava chupando o pau dele. Um pau delicioso, forte, que pulsava na minha boca, as mãos dele me empurrando para ir mais fundo, tocando na minha garganta. Quanto mais eu chupava, mais ele latejava e parecia que ia explodir a qualquer momento. Infelizmente ele não o fez, disse que não conseguia e que precisava ir embora. Nunca fiquei tão desapontada. Ele me levou para casa mais não quis entrar. Na mesma noite, mais tarde ,ele me mandou uma mensagem pedindo desculpas e dizendo que queria reparar a furada. Marcamos um encontro no dia seguinte.

E lá estava eu cheia de amor para dar. Ele foi me despindo e revelando minha lingerie, sutiã de renda vermelho. Tinha o bojo bordado, lacinhos nas alças mostrando um lado romântico meu que ficava escondido. Suas mãos desceram pelo meu corpo e ele desabotoou minha saia. Uma calcinha também vermelha apareceu. Me virei de costa para revelar o fio dental com lacinho que existia em cima da minha bunda. Ele deixou a saia cair sobre minhas sandálias, deu um passo para trás e observou, lingerie vermelho paixão e salto alto.
Rian tinha pegada, daquelas que deixam a gente sem fôlego. Ele me segurava pela nuca enquanto me beijava, alternava beijos e caricias e me olhava de uma maneira profunda, como se eu não fosse só mais uma transa. Mas sim A transa. Ele me deitou na cama e foi me beijando inteira; boca, rosto, pescoço, colo, seios. Tirou meu sutiã e deu lambidinhas em meus mamilos, desceu pela minha barriga, lambeu meu umbigo e parou na minha vagina. Ficou dando mordidas no meu grelo por cima da calcinha, enquanto arranhava minhas pernas com as unhas. Eu já estava pronta para ele.

Ele levantou e tirou a roupa. Eu me senti e ajudei. Quando tirei a cueca ele estava bem duro, em posição de ataque. Agarrei o pau dele com uma das mãos e coloquei na boca. Comecei chupando devagar, chupava e acariciava as bolas dele. De vez em quando dava uma lambida nelas para deixa-lo mais excitado. Quando ele começou a latejar eu o joguei em cima de cama, coloquei uma camisinha e montei.
Cavalguei bem gostoso, subindo e descendo, rebolando no pau dele até ele entrar bem fundo. Eu me coloquei  sobre os joelhos dando espaço para ele socar a vontade na minha vagina. E ele o faz muito bem. Ia com força e as vezes devagar e no momento em que atingiu um ritmo constante, eu gozei.
Ele continuou socando aquele pau na minha buceta ate eu não aguentar mais. Então me colocou de quatro e continuou me comendo por trás. Quanto mais ele metia, mas eu queria que ele metesse. Entre uma metida e outra ele dava tapas na minha bunda ou arranhava minhas costas me deixando mais excitada. Ele continuou metendo por um tempo até que gozou agarrando a minha bunda enfiando todo o pau dele dentro de mim. Foi uma transa bem gostosa. Rian era daqueles caras que depois do sexo fica agarradinho respirando ofegante, fazendo carinho. Desde que o vi entrando pela porta eu sabia que ele valeria a pena.  foi tão bom quanto eu imaginava e ele virou meu P.A preferido, além de um bom amigo e excelente companhia.

A gente tem muita história, mas fica para outro dia.


Texto: Laila Oliveira
Imagem: Internet

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