terça-feira, 25 de julho de 2017

Conto 14 - A Banheira




Ela tirou a roupa e entrou na banheira. Tudo parecia normal exceto pelo fato de simplesmente banhar-se por prazer e não por necessidade. Ali era o lugar onde ela mais desejava estar na maioria das horas do dia. Quando deitava sob aquela água quente e aromatizada pensava nas fantasias mais absurdas. Jogava fora todas as horas de escritório e deleitava-se no mais puro prazer da imaginação. Fechava os olhos e logo seus dedos passeavam descendo curvas aquáticas em direção a lugares pecaminosos para muitos, sagrados para outros. Seus mamilos logo cediam aos leves toques das pontas dos dedos deixando-os mais duros à chegada das unhas que torturavam seus lábios mordidos pelos dentes vorazes. Lembrou-se do novo colega de trabalho. Thomas. Tinha uma coisa nele que a fazia pensar em situações simplesmente impossíveis de serem feitas em um local de trabalho. Sim. Ela pensava em Thomas naquele instante. As pernas logo se esticaram em movimentos felinos e se repousava cada uma em uma borda da banheira. Ao leve som que vinha da sala, sua mão descia diretamente para um lugar que era justamente o mesmo lugar que Thomas naquele exato momento imaginava estar tocando em Júlia.

Ele em seu recém reformado e novo apartamento dividia seu espaço que pensava ele, ser apenas seu, com um inquilino perturbador. Em pé em seu novo banheiro ele lembrava de Júlia e seu balançar hipnótico. Ela era como uma musa para ele e nem se quer passava em sua cabeça que os dois ao mesmo tempo se tocavam prazerosamente pensando um no outro com uma avidez absurdamente extrema. Era como se seus órgãos sentissem um ao outro. Era como se fizessem o mais delicioso sexo ao apenas estarem conectados mentalmente. Mas de nada sabiam e apenas pensavam ser apenas um momento de prazer momentâneo.

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Conto 13 - Rian




Conheci Rian num cursinho, desses que a gente faz para passar o tempo. Ele era professor e eu não tinha grandes expectativas com nada ali.
No primeiro dia de aula eu cheguei cedo, sentei no fundão - como sempre - e observei a turma, nada de interessante. E então ele entrou.

"Bom dia, meu nome é Rian e eu vou dar aula para vocês. Tem alguns rostos novos aqui. Qual seu nome?" Tenho certeza que eu estava boquiaberta desde que ele cruzou a porta. Quase não consegui responder. "Luiza",  finalmente saiu. "Fique a vontade, qualquer coisa é só perguntar." Já estava me vendo pedindo numero de telefone, CPF e RG, além de nós dois num sexo selvagem em cima da mesa. Ele não tinha nada de especial, não era nenhum galã de novela mas, sei lá, eu tenho esse sexto sentido em me conectar com pessoas boas de cama.
Todos os dias eu fantasiava uma aventura deferente com ele. Uma semana depois e nenhuma palavra trocada ele me ofereceu uma carona. Eu sabia que tinha algo por trás daquilo, ele ia em direção oposta a minha - notei isso no primeiro dia de aula - mesmo assim eu aceitei, afinal ele não era nenhum psicopata.

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Conto 12 - Ela é Luiza, mas poderia ser Natasha!



"Tem sete vidas mais ninguém sabe de nada. Carteira falsa com idade adulterada."

Luiza tinha 14 anos quando a conheci. Morena como poucas, a ingenuidade a flor da pele, deliciante que só. Mas foi só aos 15 anos que tive o prazer dos lábios dela - e o beijo doce, suave e quente.

Passaram-se muitos anos e Luiza é hoje, em sua complexidade, totalmente diferente dos anos em que a conheci - independente, aventureira, uma mulher com "um rosto novo e o corpo feito para o pecado". Nunca imaginei reencontrá-la e sentir todo aquele fogo de novo.
A encontrei  por acaso numa loja de artesanato. Ela ainda estava morena, mas também não conseguia imagina-la de outra forma, no lugar dos cachos rebeldes e bagunçados pousavam fios lisos e escuros. Mas seus olhos e boca continuavam iguais. É incrível como química é química independente do tempo que se passa afastado. Ela sorriu ao me reconhecer e uma vermelhidão tomou conta do seu rosto, eu nunca a tinha visto sem graça.
Marcamos de beber algo. Diferente dos 15 anos ela não parava de falar. Falava de tudo, das viagens, da faculdade, dos amantes, namorados, maridos, mas apesar de toda a sua mudança física e psicológica, ainda transparecia a menina que conheci há tempos. Não demorou muito para estarmos em uma suíte nos desejando cada vez mais. Não me leve a mal, eu não estava me aproveitando dela, mas depois de tanto ouvi-la contar suas aventuras e relembrar dos velhos tempos em que tomávamos frutily na rua eu estava doido para saber do que aquela boca era capaz.

segunda-feira, 7 de abril de 2014

"Amor é um livro, Sexo é esporte" - Pelo direito de se ter um P.A

desencana, eu só quero cama!
 Já se foi a época em que somente os homens sentiam desejos e necessidades sexuais sem querer envolvimento com a parceira. Eles recorriam a uma amiga carente, uma ex namorada ou até mesmo a prostitutas. Ok, quem sou eu para julgar alguém? Mas não estou aqui para julgar. Hoje eu vim só para jogar na cara da sociedade esclarecer que nós MULHERES também temos tais necessidades. O que mudou foi que resolvemos correr atrás e satisfazer nossos desejos e fantasias, e claro, com nossos 'melhores amigos' ou 'pinto amigo'.

Que atire a primeira pedra critique este post quem nunca teve um P.A (mesmo sem saber que era esse o nome que se dava para aquela foda magnifica que você teve com seu colega de faculdade numa chopada qualquer anos antes de se casar...). P.As hoje em dia estão tão na moda quanto a nova coleção Confort da Ramarin, você tem que ter um e ponto! Mas não vai achando que qualquer gato vira lata vai servir. Na-na-ni-na-não! A principal característica de um P.A é ser amigo - seja amigo intimo o suficiente para você desabafar seus podres sexuais ou simplesmente aquele que te viu crescer e se tornar a mulher maravilhosa, independente, elegante e sofisticada que você é hoje, mas que morria de medo de chegar perto de você.

terça-feira, 1 de abril de 2014

16 maneiras para transformar a básica chupada em uma chupada incrível.

Numa conversa de amigos esses dias alguém comentou: " Aí ele disse: 'nesse exato momento estou pensando em 10 maneiras de te chupar' e eu fiquei pensando em como seria isso", e não é que eu também fiquei pensando?!?!?!?!

10 maneiras é muita coisa? Então segure-se na cadeira que eu tenho 16 dicas pra você satisfazer seu homem e tornar a básica chupada em algo extremamente incrível, tanto para você quanto pra ele.
Primeiro de tudo você tem que está disposta a cair de boca, afinal sexo oral sugere um alto nível de 'confiança' na pessoa. Vagando pela internet, achei essas dicas super legais e deveriam ser quase que uma bíblia para a mulherada.

Preparadas? Vamos lá!